Rossi

Rossi é um sobrenome bastante antigo, que data do início do século XIV, de origem italiana, e é o plural de ''Rosso'', e significa “vermelho”. Há outras variações para o sobrenome, que são: Rosse, De Rossi, Del Rossi, Russo, Di Russo, De Russo, Russa, Lorusso, Russi, entre outras. Tem proveniência na Ilha de Sardenha, embora baseado na Sicília. Na época tanto Sardenha e Sicília pertenciam à coroa de Aragão. É um nome comum em muitos países devido à emigração de italianos em todo o mundo. É por isso que é bem fácil encontrar um Rossi por aí.



Durante o reinado de Carlos III, havia muitas famílias italianas que se mudaram principalmente para Andaluzia, na Espanha. Assim também aconteceu com outras como as de sobrenome Rosso ou Rozo, que foram para Sevilha, Medina e Sidonia. Depois da Itália os Rossi começaram a expandir-se por Portugal e Espanha, por regiões como Barcelona, Madrid, Cádiz, Valência, Málaga, e outras.



Na Espanha, a família obteve conquistas que constam registradas no "Archivo General de Simancas", concedidos no ano de 1624 ao senhor Julio de Rossi, pelo Conde de Caiazzo, que foi nomeado duque de Sierras.



Constam também registros que a primeira pessoa a usar o sobrenome Rossi foi o senhor Esteban Rossi. O qual viveu na Itália por volta dos anos 1850. Provavelmente a partir de Palermo, Sicília, onde talvez teria nascido na década de 1820. Em 1856, Rossi se casou na igreja de Nossa Senhora de Regla, com Catherine Cabral, filha do general Dionísio Cabral, comandante do então posto militar de San Jose de Ocoa, e membro da equipe geral de Antonio Duvergé, e de Inés Casado Cordero, natural de San José de Ocoa.



Pouco se sabe sobre sua ascendência e da família, pois se conseguiu reunir documentação mínima; apenas se tem seu atestado de óbito e alguns atos civis. É possível que sua mãe, Antonia Solis, se chamava assim porque a família sempre fazia referência a seus dois sobrenomes. Embora possam ter uma origem comum na Itália, os troncos da família Rossi de Puerto Plata, não estão relacionados com ele. Além disso, seu nome tem sido distorcido ao longo do tempo em algumas linhas de família, tornando-se Rossi, Rossy, Roci, Rosa e De la Rosa, entre outras variantes.



No Arquivo do Histórico Nacional, também estão os seguintes registros em nome da família: título de cavaleiro da Ordem de Calatrava, para Fabrizio de Rossi (1654); título de cavaleiro da Ordem de Alcântara, para Felipe de Rossi (1656); Teste para a concessão do título de Cavaleiro da Ordem de Santiago, para Simoneto Rossi (1677); Teste para a concessão do título de Cavaleiro da Ordem de Calatrava, para Fabrizio de Rossi, (1656).



Algum tempo depois, graças às centenas de andaluzes que iniciaram suas viagens para o novo continente, os Rossi começaram a partir para a América.



A família chegou a Brasil assim como muitas outras: como colonizadora. Foi no ano de 1921, quando, no Porto de Santos, em São Paulo, desembarcaram Redenzio Rossi e Maria Angela Scotton, juntamente com seus filhos: Carlo, Luiggi, Innocente, Angelo, Mario, Lina e Emma. Todos vinham da Itália, da Província de Vicenza.  





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